O câncer colorretal abrange tumores que acometem um segmento do intestino grosso (o cólon) e o reto. É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. 1

De acordo com as últimas pesquisas do Instituto Nacional de Câncer1 (INCA), em termos de incidência5, o câncer1 colorretal é a terceira causa mais comum de câncer1 no mundo em ambos os sexos, com padrões geográficos similares entre homens e mulheres. O câncer1 de reto2 é mais frequente em homens.

O câncer1 de reto2 é mais comum do que o de cólon3. Neste último, os segmentos mais frequentemente acometidos são o sigmóide e o cólon3 descendente, seguidos pelo cólon3 ascendente e o transverso. O prognóstico6 para este tipo de neoplasia7 é bom quando a doença é diagnosticada em estágio inicial.

A detecção precoce de pólipos adenomatosos colorretais (precursores do câncer1 de cólon3 e reto2) e de tumores localizados é possível pela pesquisa de sangue8 oculto nas fezes e através de métodos endoscópicos, como a colonoscopia. Uma maneira de prevenir o aparecimento dos tumores seria a detecção e a remoção dos pólipos antes de eles se tornarem malignos.