Também denominado câncer gástrico, os tumores do estômago se apresentam, predominantemente, em três tipos histológicos: adenocarcinoma (responsável por 95% dos tumores), linfoma, diagnosticado em cerca de 3% dos casos, e leiomiossarcoma, iniciado em tecidos que dão origem aos músculos e aos ossos.

O estômago pode ser dividido em três partes: fundo gástrico (parte superior junto à entrada do esôfago), corpo (parte intermediária e principal) e antro onde se localiza o piloro, ou esfíncter pilórico, na junção com o duodeno.

O pico de incidência se dá em sua maioria em homens, por volta dos 70 anos. Cerca de 65% dos pacientes diagnosticados com câncer de estômago têm mais de 50 anos. No Brasil, esses tumores aparecem em terceiro lugar na incidência entre homens e em quinto, entre as mulheres. No resto do mundo, dados estatísticos revelam declínio da incidência, especificamente nos Estados Unidos, Inglaterra e outros países mais desenvolvidos.

A alta mortalidade é registrada atualmente na América Latina, principalmente na Costa Rica, Chile e Colômbia. Porém, o maior número de casos ocorre no Japão, onde são encontrados 780 doentes por 100.000 habitantes.

Desde que, diagnosticado precocemente, o câncer de estômago tem bom prognóstico e muitos são os casos de cura.