Apresenta altos percentuais de cura, se for detectado precocemente. Entre os tumores de pele, o tipo não-melanoma é o de maior incidência e mais baixa mortalidade. O câncer de pele é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles já portadores de doenças cutâneas anteriores. Pessoas de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vítimas.

O câncer de pele não-melanoma pode apresentar dois tipos de diagnóstico: carcinoma basocelular é diagnosticado através de uma lesão, ferida ou nódulo, e apresenta evolução lenta e é responsável por 70% dos diagnósticos; o carcinoma epidermoide também surge por meio de uma ferida, porém, evolui rapidamente e vem acompanhado de secreção e coceira, e representa 25% dos casos. A maior gravidade do carcinoma epidermoide se deve à possibilidade dele apresentar metástase e se espalhar para outros órgãos.

Os sintomas podem ser observados por feridas na pele cuja cicatrização demore mais de quatro semanas, variação na cor de sinais pré-existentes, manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram. Nesses casos, o médico dermatologista deve ser procurado o mais rápido possível.